fevereiro 28, 2022

Por Profª. Pós-Drª. Rafaela de Almeida Schiavo CRP/0693353

Tudo o que o psicólogo quer é que as pessoas tenham uma boa SAÚDE MENTAL e para isso atuam principalmente na intervenção, recebem clientes com queixas emocionais em suas clínicas. E na maioria dos casos ao investigar a história do sujeito descobrem que o início de sua vida não foi fácil e desencadeou os problemas de ordem emocional manifestados hoje.

Poucos psicólogos sabem que é possível promover saúde mental aos sujeitos, atuando diretamente no início da vida. Poucos sabem que não é preciso atuar só na intervenção quando o sujeito adulto já está neurótico, mas é possível atuar na prevenção ainda quando o sujeito nem nasceu, cuidando da saúde mental de sua mãe grávida.

Para evitar que um adulto apresente problemas relacionados à saúde emocional deve-se intervir no INÍCIO DA VIDA, ou seja, quando este sujeito ainda é FETO in útero. Há um número muito ELEVADO de mulheres na gestação com algum problema de ordem emocional, mas muitas psicólogas fantasiam que a mulher está plena e feliz realizando um sonho. Aí está a falha na psicologia*, pois poderia ser feito muito mais pela sociedade se fosse visto esse momento na vida da mulher de outra forma.

O período gestacional é potencial de risco para alterações emocionais significativas. Durante o ciclo vital feminino não existe outra fase mais crítica para adoecimento psíquico do que a perinatal

Mais de 65% das gestantes brasileiras apresentam alguma alteração emocional. Para isso o psicólogo precisa saber que não está lidando com um período cor-de-rosa, mas com um momento muito DIFÍCIL para muitas mulheres por isso tão importante realizar nesse momento a intervenção.

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